Pseudo fragilidade

Dormi e acordei pensando na mesma coisa. Na verdade, pensamentos inúteis, daqueles que a gente tem que botar na lixeira cerebral, mas que ficam rondando, vez por outra, em horas de “pseudo fragilidade”. Talvez eles cheguem para causar reflexão. Afinal, quem um dia não quis saber o que virá pela frente? O futuro… ah, o futuro! Como ele enche o saco, ao ficar questionando o momento presente, quando achamos que está tudo bem. E de fato, está. Mas, os anseios sobre ele levam a um gasto de energia que poderia ser aplicada em outra coisa. Aliás, no momento presente.

Aquela névoa de interrogação pairava sobre a minha cabeça, mesmo diante de um céu tão azul… tão bonito. O mais bonito dos últimos dias! Aquele céu de esperança…. E aí eu vi um bebezinho. A fragilidade humana na pequenez de uma criança… E eu talvez fosse mais frágil que ela! E são nestas criaturas que a gente vê que o mundo não está perdido. E há porquês e para quês. Todos os dias. Em todos os instantes.

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