No rumo

Tantas coisas se despedaçaram e a gente não se deu conta. Ou deu, mas fingiu que a verdade era pura ilusão. A vida passa tão depressa, enquanto o medo parece ganhar tentáculos dentro da gente. Gruda como ventosa.

Há coisas que se despedaçam, porque a gente descuida. Vai com rapidez, esbarra de forma estúpida, e não tem tempo de segurar. E aí a culpa surge como a única responsável pelo desmazelo, fundamentalmente humano. Um fundamento que afunda, que bota para baixo, que parece não resistir ao que há de bom. Ele não resiste e insiste. Na mesma coisa de sempre.

E o universo diz o contrário. Roda em falso, por alguns momentos. Mas, chega em rotativa. Mudando tudo. Tirando do prumo. Botando no rumo.

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