Sê par. Sê ímpar.

Quase sempre nos momentos infames surgem ideias e conceitos novos. São nestes momentos em que é preciso aprender um pouco sobre o mundo e sobre o ser humano. Tão díspar, imperfeito, insensível e nas menores, porém, existentes vezes, apaixonante.

É preciso encarar certas coisas com humor, bem mais do que levar tudo a ferro e fogo. O ser humano é um ser incompreendido e, por tantas vezes, incompreensível. É um ser que demonstra uma coisa e faz outra. É um ser que aje no ritmo da música clássica, mas tem uma vida de puro rock’n roll. É um ser que quer jogar-se num mar de aventuras, enquanto só tem diante de si ondas de tristezas, que vão e voltam, num ritmo bipolar. É um ser que é realidade fantástica ou pura farsa. É um ser que serve ou que quer somente ser servido. É um ser que comunica ou apenas se isola nas mazelas de uma vida. Medíocre.

Mas, o ser humano também é ímpar. E também pode ser par. Par de alguém ou apenas parceiro. Alguém que estende a mão. Não para atirar ou pedir. Mas, para afagar. E se a humanidade fosse mais par e ímpar, tudo seria tão mais fácil… ah, os humanos…

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