Suave desconstrução

Quando a gente menos espera, o pouco de todas as noções do (e de) mundo se descontróem. É como um castelo de areia, erguido tão magistralmente diante de um mar de incertezas. Ali habitam a beleza dos detalhes, a transcendentalidade do que o homem pode criar. E desconstruir. Porque talvez seja a a hora de fazer algo novo. Ou de novo.

Às vezes, também, é preciso desconstruir estereótipos de sentimentos e de gente. Porque há pessoas e situações diferentes. Portanto, é preciso amplificar o olhar e enxergar mais adiante, embora, o que se queira enxergar esteja mesmo diante dos olhos.

Às vezes é preciso abrir-se, descontruindo o que estava ali guardado há um tempo. E já não faz diferença.

Mas, toda reconstrução exige também cautela. Para não acabar com os pilares que nos sustentam. Que sustentam tantas coisas boas. Tantos sentimentos guardados na memória da sensibilidade. Tantos sorrisos, admirações. Tanto de tudo que é bom. Tanto de tudo que descobrimos nos segredos de nossas próprias almas.

Portanto, que o mau que há em nós seja descontruído para dar mais espaço ao bom. E ao bem que se ilumina e se agiganta, nas estrelas. Nos sorrisos. Nos olhares sem fim. Para um infinito castelo de areia.

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