Pazes

Decidi fazer as pazes. Não estava mais aguentando aquele mau humor. Talvez uma mágoa do que eu disse. Ou do que tivesse pensado.

Decidi fazer as pazes, porque não dá para ficar assim, sem falar. É tão chato…

Decidi fazer as pazes, porque ficar sem mim não tem graça!!

Decidi fazer as pazes, porque se eu tivesse morrido ontem, teria morrido em guerra. Em guerra comigo. E isto iria ser triste. Talvez imperdoável.

Refiz as pazes. Reescrevi. Repensei aqueles pensamentos, outrora sem fundamentos. Mas, tive mais lucidez em tudo. Aquela luz da consciência que estanca as ilusões e mostra o que, de fato, precisa ser visto, notado, anotado.

Sorri das minhas asneiras. Besteiras passadas.

Sorri da minha falta de tempo para o que, realmente, demanda tempo.

Perdoei minhas falhas.

Olhei-me nos olhos. Despi-me dos vícios.

E olhei tudo de novo com o indulto necessário.

O indulto de um novo dia. O indulto de um novo fio de vida.  O indulto da alma. Reconstituída. No melhor do que sempre foi.

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