Incontrolável

Não quis tanta coisa e tanta conversa. Simplesmente por não querer.

E em um universo onde todo mundo quer tudo e todo mundo, romper os ditames do “sim” pelo “não” parece deveras cruel.

Só parece.

Ninguém quer ouvir verdades.

Ninguém quer tolerar o desinteresse.

O “sim” é sempre um conforto para as mesmices. Para aquilo que se pode controlar.

Sinto-me incontrolável.

Nas verdades a serem ditas.

Nos sentimentos revelados.

Nos “nãos” diante dos “sins” de outrora.

Na derrota da hipocrisia construída.

Na reconstrução da genuidade.

Na revelação de um amor.

Próprio.

Que ninguém pode suprir.

Ou controlar.

Sinto-me incontrolável.

Nas emoções.

E em tudo que é genuinamente meu.

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