Vias incandescentes

Observa calmamente dentro de si, enquanto o dia lá fora segue adiante.

Impetuosos sentidos sobressaem-lhe.

Preenche os vazios com a luz que incide sobre a alma. Calma.

Não há medo. Não há prisões. Não há nada além de si mesmo.

A nudez da alma inspira-lhe como as emoções pueris ou descobertas juvenis.

Lembranças, afagos, sorrisos, sentidos. Tudo claro no escuro de si.

Calma.

Um momento. Um minuto. Um segundo tão demorado.

Nunca havia olhado….

No profundo escuro de onde renascia a luz.

A luz que nunca havia apagado.

A luz calma e reconfortante.

A luz que havia-lhe preenchido.

Tão intensa e sinuosamente, na imensidão de si. Nas suas rodovias, planas e curvas.

Nas suas vias. Incandescentes.

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