Para recostar

Debaixo das árvores, uma sombra.

Um banco para recostar as divagações, que chegam e que vão embora.

Todos os bons sentimentos diluídos em um nome.

Que não tem sobrenome.

Que não tem endereço.

Que não tem adereço.

Mas, tem um apreço.

Que não se sabe de onde vem.

E nem para onde vai.

Mas, que sobressai.

Dos poros.

Dos sentimentos.

Das ilusões.

Perdições.

Que não se sabe o porquê.

M. Kikuti

 

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