100 por cento – Coluna nº 100

No dia 6 de dezembro de 2012 a coluna Cabeça Liberta começou a ser publicada neste jornal. São quase dois anos e hoje chegamos à coluna de número 100. Neste período todos nós mudamos um tanto: você, eu, a coluna. E esta é uma das magias da vida, ou seja, estar em constante transformação. Não somos e não devemos ficar estáticos. Precisamos de movimento, de energia, de alegria, de alma sempre renovada com os melhores sentimentos e o melhor do que podemos ser.

Agradeço a presença, a leitura, a identificação que existe aqui neste espaço entre você e o que eu escrevo. Agradeço a permanência, de você, leitor e a quem acabou de me conhecer. Agradeço ao teu espaço oferecido a mim, não só diante dos olhos, mas dentro de ti mesmo. Agradeço a estas palavras, refeitas e escritas com a intenção de chegar e ficar. Permanecer, que é o mais importante, diante da impermanência conhecida de todas as coisas.

Foram cem textos, milhares de palavras e leitores. Foram muitos e-mails recebidos e respondidos. Foram cartas, foram presentes, elogios, críticas. Foi e continua sendo uma experiência agradável de entrega e recebimento.

Agradeço ao Deus que nos une e às orações feitas em dias de luz ou de trevas. Agradeço o olhar atento, à chama que nos incendeia de coisas novas todos os dias, à inspiração que expira o que já não importa. Agradeço o teu sorriso e o meu, e a satisfação infinita que nos presenteia o universo, quando podemos – nem que seja por um triz – tomar consciência de todas as coisas divinas.

Agradeço a admiração, o compartilhamento de palavras e sentimentos, a partilha do bem que nos irmana e nos aconchega.

Agradeço a tudo que pude ver e sentir. A tudo que li e tudo que me pediram para ler. Às vozes não personificadas que nos levam à proclamação da felicidade. À minha voz ouvida e compartilhada pelo celular.

Agradeço a quem veio e a quem ficou. A quem viu e mostrou a outros. A quem se sentiu tocado, abraçado e incontidamente emocionado. A quem não conheço e a todos que pude conhecer.

Que nunca nos falte o que dizer, seja com palavras, emoções ou no olhar. E que tudo o que seja dito, seja emoção verdadeira. Emoção que faça rir ou chorar. Emoção que transmute qualquer mal e nos traga a leveza de espírito.

Que nunca nos falte paz. Paz para dar e receber. Para compartilhar.

Que não nos falte liberdade e libertação dos males da alma. E que haja calma, mas um inquietante desejo de ser feliz. Hoje e sempre. Sem medo. 100. Por cento. Namastê!

M. KIKUTI

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6 comentários sobre “100 por cento – Coluna nº 100

  1. Querida Monica,

    Gratidão Infinita por ser tão generosa em compartilhar a tua sabedoria e as tuas experiências de vida conosco. É muito bom contar com a tua meiga e doce companhia. Intenciono que recebas da Fonte, Zilhões de Bênçãos por colorir as nossas jornadas com a Tua Amorosa e Bela Luz!

    Gratidão!

    Bj. e Abraços em Luz!

    1. Cláudia, muito obrigada pela tua mensagem! Que linda! Recebi a tua gratidão, o teu carinho e isto, realmente, não tem preço! Muito obrigada mesmo!
      Que haja sempre boas e intensas vibrações na nossa vida!
      Um beijo,

  2. Mônica, pessoas que vivem pelo bem, que tem essa força e encanto nas palavras, devem ser sempre respeitadas e admiradas… que você tenha voz e tinta na caneta para multiplicar esse número de colunas por mais 100…
    um abraço e parabéns!

    1. Arnaldo, que mensagem bonita! Muito obrigada pelo carinho e admiração! Pessoas como você me fazem ainda mais gratificada com tudo o que eu escrevo. E que haja sempre muita coisa boa a dizer.
      Obrigada!
      Sinta-se abraçado.

  3. Meus parabéns minha linda !!! E muito obrigada pelos 100 por cento, sentimentos e entendimentos que nos fazem viajar através dos pensamentos e comportamentos das pessoas, e por todas as milhares de palavras que nos encantam, nos consolam, emocionam, nos fazem refletir, pensar no outro, crescer, sonhar … Te adoro. Um abraço.

  4. A tua palavra é necessária. A tua presença é inevitável. Eu como tantas outras pessoas, me tornei um leitor que precisa te ouvir, seja nas colunas do jornal e revista quando nos dirigimos ao trabalho, ou nos momentos de descanso quando com maior tempo, podemos ler e degustar seus textos e suas poesias no blog. Há uma sensação de liberdade e amizade que me permite chamá-la carinhosamente de japinha, muito legal mesmo.

    Um grande beijo do seu amigo leitor que deseja à essa cabeça liberta todo sucesso sempre, pessoal, profissional, familiar, sentimental, etc etc etc.

    Namastê!

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