Ternura

Ternura não é aperto de mão. Não é correnteza que leva para o outro lado ou faz perder-se para sempre. Não lembro do teu nome, mas sinto o teu cheiro.

Ternura não é garrafa aberta, panela sem tampa, vapor. No teu olhar vejo a consciência perdida, mas desejos cristalizados na pupila que brilha.

Ternura é sorriso que não termina na boca. Que se vê de longe. Que se vê por trás. Quero um coberto neste calor…

Ternura não acaba na volta, mas tem destino, tem paradeiro. Que fique aqui sabendo onde está.

M. KIKUTI

Ternura_12012015 escrito em 10012015

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