Mais “up”

Mais um capítulo, uma consequência.

Há inconsequentes por todo lado.

A vida continua se desenrolando e há gente que se enrola com as coisas que diz. Há maledicência. Há egoísmo exacerbado. E eu já tinha me esquecido como era isto tudo… minha memória vive me pregando peças. Vive me pregando na parede.

Ah, mas há dias de sol! Sol que vibra, que ilumina, que acalenta o coração. A menina dos olhos de mel me pede para vê-lo. “Olha como tá sol! Eu gosto do frio, sabia?”. Ela sorri, abraça a amiguinha. Diz que é mãe dela. E sorri de novo. A outra abraça a desconhecida do banco da frente, num gesto de carinho íntimo e extremamente genuíno. Elas são meninas especiais. Muito especiais. Meninas down. Mas, mais “up” que muita gente.

No vagão, o rapaz de sotaque espanhol toca o violão. É outro dia. Um dia de incertezas também, mas um dia sagrado que o universo presenteia. Ele canta:

“Mas quem sofre sempre tem que procurar

Pelo menos vir achar razão para viver

Ver na vida algum motivo pra sonhar

Ter um sonho todo azul

Azul da cor do mar.”

Eu continuo sonhando.

Azul, vermelho, multicor.

Na vida, mais amor.

Por favor.

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